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Lucas Ribeiro defende PEC da Segurança Pública e destaca integração no combate ao crime organizado

Por Redação
Publicado em
1 min de leitura
Lucas Ribeiro defende PEC da Segurança Pública e destaca integração no combate ao crime organizado
Foto: Reprodução

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como uma medida importante para fortalecer o combate ao crime organizado no país. Em vídeo publicado nas redes sociais, nesta quarta-feira (4), o gestor destacou a integração entre União, estados e municípios e afirmou que a proposta cria condições para ampliar a atuação conjunta das forças de segurança.

Na declaração, Lucas ressaltou a criação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição e afirmou que a Paraíba já desenvolve ações para reforçar o setor, com ampliação do efetivo, investimentos em tecnologia e equipamentos e valorização dos profissionais. O governador também mencionou a parceria com o Governo Federal como um fator que poderá contribuir para fortalecer as políticas de segurança no estado.

“Combater as facções criminosas exige integração, planejamento e união de esforços. A aprovação da PEC da Segurança Pública é um passo fundamental para a integração da União, estados e municípios para o combate à criminalidade”, afirmou Lucas. O governador acrescentou que as mudanças previstas na proposta, somadas à parceria com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), poderão ampliar as ações contra o crime organizado na Paraíba e no restante do país.

A PEC 18/2025, de iniciativa do Poder Executivo, foi aprovada por unanimidade pelo Senado Federal na terça-feira (3), em dois turnos, e agora segue para promulgação pelo Congresso Nacional. O texto constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública e estabelece mecanismos de cooperação entre os entes federativos, além de prever mudanças nas atribuições de órgãos de segurança e medidas de enfrentamento às facções criminosas. A proposta preserva a divisão de competências entre os entes federativos e não representa a retirada da autonomia operacional das polícias estaduais.

Fonte: Fonte83

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