Os ex-candidatos à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) declararam apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A disputa será entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A primeira declaração ocorreu na segunda-feira (5), quando Romeu Zema anunciou publicamente seu voto em Flávio Bolsonaro. Em mensagem divulgada nas redes sociais, o ex-governador de Minas Gerais afirmou que não pretendia ficar neutro na disputa e declarou que votará no candidato do PL.
“Não vou me omitir, nem ficar em cima do muro neste momento tão importante. Voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro”, afirmou Zema.
No dia seguinte, terça-feira (6), foi a vez de Ronaldo Caiado oficializar seu apoio. O anúncio ocorreu em Goiânia, durante um ato que contou com a presença de aliados, entre eles o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o governador eleito de Goiás, Daniel Vilela.
Caiado afirmou que sua decisão está relacionada à sua trajetória política e à oposição ao PT. Durante o evento, declarou que pretende participar ativamente da campanha de Flávio Bolsonaro e afirmou que Goiás deverá ter uma mobilização significativa em favor do candidato.
Apoios fortalecem articulação da campanha
As declarações de Caiado e Zema representam a adesão de dois candidatos que participaram do primeiro turno e agora passam a apoiar um dos concorrentes que avançaram para a segunda etapa.
Além dos apoios individuais, a campanha de Flávio Bolsonaro também trabalha para ampliar sua base política. A federação União Brasil-PP anunciou apoio ao candidato, enquanto o Republicanos e o Podemos também são citados nas articulações para o segundo turno.
A posição dos dois ex-candidatos, entretanto, não significa necessariamente que seus partidos tenham adotado a mesma orientação nacional. No caso do PSD, por exemplo, a direção nacional manteve a liberdade para que seus filiados definam sua posição no segundo turno.
Com as novas adesões, o segundo turno ganha mais uma dimensão de articulação entre lideranças da direita e partidos de centro-direita, enquanto as duas campanhas buscam conquistar os eleitores que apoiaram os candidatos derrotados na primeira etapa da eleição.
Fonte: ChatGPT
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