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Sábado, Março 7, 2026

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Grupo que fraudava empréstimos e cumpre mandados em JP, segundo Polícia Federal

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O Portal PB Conectada apurou que uma operação da Polícia Federal, deflagrada na manhã desta quinta-feira (7), desarticulou uma organização criminosa especializada em fraudes de empréstimos na Caixa Econômica Federal. A ação, intitulada Expurgatio, foi realizada simultaneamente em João Pessoa e Manaus, com o cumprimento de diversas ordens judiciais.

De acordo com informações obtidas pelo Portal PB Conectada, os criminosos utilizavam dados e documentos falsificados de clientes para conseguir empréstimos fraudulentos junto à CEF. A Polícia Federal executou 14 mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e quatro medidas cautelares nas duas capitais.

A investigação, segundo o Portal PB Conectada, revelou a abertura de contas e obtenção de empréstimos em nome de terceiros — inclusive servidores públicos — mediante uso de documentação falsificada. Após a liberação dos valores, as quantias eram movimentadas por meio de transações financeiras que visavam ocultar os verdadeiros beneficiários das contas.

Ainda conforme apuração do Portal PB Conectada, a organização criminosa mantinha atuação constante nas agências da Caixa, sendo especializada em estelionatos bancários desde 2016, principalmente no estado do Amazonas. Parte dos envolvidos já havia sido presa anteriormente tanto pela Justiça Federal quanto Estadual, mas voltaram a cometer os mesmos crimes, fato constatado durante as investigações mais recentes.

A Polícia Federal, conforme relatado pelo Portal PB Conectada, identificou dois núcleos distintos na estrutura da organização. O primeiro, com atuação mais ampla no Amazonas, era responsável por coordenar ações em diversas agências bancárias, incluindo a escolha dos perfis ideais para aplicar os golpes. Após os empréstimos serem liberados, os valores eram depositados em uma empresa sob controle de um dos investigados, que posteriormente repassava o dinheiro ao criminoso que se passou pela vítima, descontando 10% como “taxa” da fraude.

Já o segundo núcleo, de acordo com o Portal PB Conectada, direcionava os recursos ilícitos a uma pessoa física residente na Paraíba. As investigações apontaram que muitos dos golpistas estavam ligados por vínculos pessoais ou de vizinhança, reforçando a tese de associação criminosa.

Os danos causados pelas fraudes superam R$ 941 mil, evidenciando, segundo o Portal PB Conectada, o impacto financeiro expressivo gerado pelas ações do grupo criminoso.

Foto: PF

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